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domingo, setembro 27th, 2009

Melhores Momentos do No Ar Coquetel Molotov 2009

O festival deste ano foi incrível, pessoal! Apesar da mudança de local e de estarmos nos adaptando à nova estrutura foi ótimo saber que gostaram de tudo e que tudo funcionou muito bem. Adoramos os elogios, mas também queremos ouvir críticas construtivas para melhorarmos o que puder ser melhorado para o festival do ano que vem. Acompanhe a gente pela comunidade do orkut e no twitter. Logo mais temos novidades!

E para relembrar os bons momentos deste ano, confiram uma série de fotos captadas pelas lentes de Caroline Bittencourt:
Centro de Convenções (por caroline bittencourt) Britta Persson (por Caroline bittencourt) Those Dancing Days (por caroline bittencourt) Jam da Silva (por caroline bittencourt) Tiê e Thiago Pethit (por caroline bittencourt) Sebastien Tellier (por caroline bittencourt) Beirut (por caroline bittencourt) Público (por caroline bittencourt) Sweet Fanny Adams (por caroline bittencourt) Zombie Zombie (por caroline bittencourt) Jr.Black (por caroline bittencourt) São Paulo Underground (por caroline bittencourt) Loney, Dear (por caroline bittencourt) Lô Borges e Milton Nascimento (por caroline bittencourt) Lô Borges & Milton Nascimento (por caroline bittencourt) Público (por caroline bittencourt)

domingo, setembro 13th, 2009

CLIPPING: Jornal do Commercio – 13/09/2009

Ex-Exus faz terrorismo experimental

Luís Fernando Moura

Os Ex-Exus nunca foram exatamente orixás, não frenquentam terreiros nem fazem cerimônia. Esta banda pernambucana, com menos de um ano de história, gosta mesmo é do terrorismo e do disfarce – certamente, vão para o inferno. À vontade no quarto, depois das 22h (ou mascarados, entre escombros, ao meio-dia?), eles contam ao JC o que os levou a ser a banda de abertura do festival No Ar Coquetel Molotov, no dia 18. Ao que parece, é a ambiguidade de ser banda e coletivo faz-tudo que os colocou no topo (bem baixinho) do Auditório Tabocas, no Centro de Convenções.

“Foi Caetano (Veloso) quem inventou o nome. Apenas fazemos uso dele”, diz João Marcelo Ferraz, baixista do grupo. Ao que tudo indica, Caetano citou a expressão em referência ao programa de TV Abertura, em que Glauber Rocha se aventurava como entrevistador. “Ele interrompia o entrevistado, dava gargalhada quando achava a resposta fraca, e uma vez entrevistou um homem que se dizia ex-exu. Era puro terrorismo audiovisual”, diz João, antes o autor de diversos vídeos produzidos junto ao coletivo TV Primavera – que terminou virando músico.

Ricardo Maia Jr., Cacá, guitarrista e vocalista, tem uma teoria adicional para o batismo. Ex-integrante da Comuna, que acabou no começo do ano, lembra de quando o grupo fez uma parceria com Jomard Muniz de Brito – a banda tinha abandonado o antigo nome, Comuna Experimental. “Jomard tirava onda e dizia que éramos a Comuna Ex-Experimental”, conta.

Os Ex-exus são mais ou menos como uma cacofonia. “Tem essa coisa tropicalista que a galera gosta e levamos para a música. Temos isso de aceitar a nojeira, o ruído, o mal feito. Já somos experimentais apenas por fazer música em português, claro. Mas a gente gosta de fazer uma música meio mixtape, que tem hardcore, brega, de repente uma cumbia e então um rock and roll meio grunge”, diz Cacá. O que os une, continua, é ouvir de tudo, sem preconceito. João afirma que é de jazz a Exaltasamba.

“Eu, Amaro (Mendonça) e Bruno (Freire) tocávamos na Comuna. Quando ela foi acabando, a gente tava querendo montar uma coisa menos cabeçuda, mais burra. Começamos a tocar com apenas duas guitarras e bateria, então sentimos falta de um baixo e chamamos João”, afirma Cacá. Aí começou o desenlace. Amaro fala em seguir o Cidadão Instigado (“É uma banda que todo mundo gosta, é o que a gente busca”). João, em montar um Animal Collective (“Sem dúvida, a banda mais citada pelos quatro”). Quer dizer, lembra de novo: “Também tem Caetano…” O primeiro produto disso tudo, o EP Terroristas freelancers, é uma miscelânea musical suja, mas sofisticada – para a saúde de todos, indefinível.

Na prática, a música trouxe um quê do Abertura de Glauber. “Hoje, a gente acaba fazendo mais vídeo que show”, conta Cacá. É que o grupo passou a produzir um volumoso material audiovisual, peças de divulgação que ganharam importância autônoma (são produtos à parte). Além dos seus próprios videoclipes, a banda publica uma série intitulada Ex-Exus entrevistam, versão YouTube de um terrorismo jornalístico que investiga músicos pelo mundo afora. A última jogada é um projeto de videoaulas, em que o grupo, pacientemente, ensina o público a executar suas canções.

“Acabamos não sendo uma banda, nos vemos mais como um coletivo. Na verdade, o Ex-Exus é uma referência de produção. A questão é que o princípio de tudo são as composições, a música”, explica Cacá. Amaro completa: “O que faz da gente uma banda é que, quando a gente se encontra, é mais para ensaiar do que para qualquer outra coisa”. Artistas multimídia, os Ex-Exus foram convidados pelo Coquetel Molotov para cobrir o festival, conversando com as atrações aos moldes do Ex-Exus entrevistam. É só o princípio de novos projetos, que incluem não um, mas dois EPs em fase de produção. “Cada um vai ter um conceito diferente”, explicam os integrantes.

sábado, setembro 12th, 2009

Podcast traz entrevistas com Jr.Black e Sweet Fanny Adams

Jr.Black
Jr.Black e Diego, baixista da Sweet Fanny Adams, comparecem em mais um programa especial do No Ar 2009. Comentam de forma bem descontraída a expectativa pelos shows que vão acontecer no sábado (19/09) no Teatro Guararapes e Auditório Tabocas. Enquanto falam de seus próprios trabalhos, os dois ainda revelam o que mais querem assistir dentro do festival deste ano. Além das músicas de atrações do evento, o programa desta semana ainda apresenta novidades de Karen O., Beastie Boys e músicas do Tributo ao Guided By Voices. O Podcast Coquetel Molotov está disponível para download ou streaming no endereço: http://coquetelmolotov.podomatic.com e ainda é transmitido aos sábados pela Rádio Universitária FM – 99,9 MHz, das 11h ao meio-dia.

sexta-feira, setembro 11th, 2009

CLIPPING: Estado de Minas – 10/09/2009

De volta para o futuro

Destinado ao público jovem, festival indie convoca Milton Nascimento e Lô Borges ao palco

Mariana Peixoto

Lô Borges já ouviu falar, conhece um pouco da história do evento, mas Milton Nascimento não disfarça: até ser informado por um jornalista pernambucano, não tinha o menor conhecimento de que na próxima semana participará do show de encerramento do Coquetel Molotov. Entre os festivais de maior porte que são realizados no país, o pernambucano é, de longe, o mais indie. Nas cinco edições anteriores, apresentou alguns grupos alternativos até mesmo para os fãs dos alternativos. Majoritariamente, o elenco de atrações é formado por jovens artistas.

Esta edição, que começa segunda-feira e vai até o dia 19, marcou duas bolas dentro: as noites do principal palco (o Teatro Guararapes, o maior daquele estado, comporta 2,3 mil pessoas) serão fechadas por atrações que vão além do chamado público indie. Dia 18, o show será da banda norte-americana Beirut, que vem fazendo a turnê mais concorrida deste mês, com ingressos esgotados no Rio, São Paulo e Salvador. Sábado, Lô e Milton, 37 anos depois do lançamento do clássico Clube da esquina, encontram-se no palco pela segunda vez este ano.

O show, na verdade, é de Lô. Com sua banda – Giuliano Fernandes (guitarra), Barral (teclados), Robinson Matos (bateria) e Renato Valente (contrabaixo) –, ele vai apresentar o apanhado de seus trabalhos mais recentes. Com Milton serão oito canções, do repertório de 20. Com a entrada de Bituca, a banda ganha mais peso, pois serão mais uma guitarra (Wilson Lopes) e outra bateria (Lincoln Cheib, ambos instrumentistas que acompanham o cantor).

O convite nasceu depois do evento que, em abril, levou vários artistas do Clube para temporada no Sesc Pinheiros, em São Paulo. Milton e Lô subiram ao palco pela primeira vez em quatro anos. A boa repercussão fez surgir a oportunidade no Coquetel Molotov. Outros shows da nova velha dupla vêm sendo agendados para os próximos meses.

Tocar para jovens plateias está longe de representar novidade para os dois. Mas Lô admite: é a primeira vez que ele participa de um festival do gênero. “Meu público já tem muita gente nova, mas festival mesmo, com o perfil do Coquetel Molotov, nunca havia feito”, diz ele, que, com a passagem dos anos não mudou seu gosto musical. Continua ouvindo rock inglês: “Radiohead, Coldplay, Travis e até mesmo Oasis.” Milton afirma que, depois de lhe explicarem do que se tratava o show no Recife, gostou muito da ideia. “Se tem gente da França e da Suécia, então está dentro da minha vida. Ocorre que o Clube da Esquina está mexendo com mais gente hoje do que na época em que foi lançado. Os dois discos duplos remasterizados (Clube da Esquina e Clube da Esquina 2, de 1972 e 1978, restaurados por João Marcello Bôscoli e relançados no fim de 2007) foram para o mundo inteiro. Tem um monte de gente procurando e até mesmo estudando a gente”, comenta o compositor.

Trata-se de gente que, por sinal, nem havia nascido no início da década de 1970. E de gente, relata Milton, que vive muito longe do Brasil e, por causa dos discos, interessou-se em conhecer a esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis, no Bairro Santa Tereza, em BH. “Principalmente japoneses e noruegueses”, informa. Mas, nesse reencontro, as músicas estão diferentes das gravações originais. “A nova banda deu sotaque diferente às canções antigas, unificando e modernizando, por exemplo, Girassol da cor do seu cabelo e Para Lennon e McCartney”, diz Lô. Na quarta-feira, músicos das duas bandas vão ensaiar o repertório conjunto. Milton não vem a Belo Horizonte para o ensaio.

Antes do reencontro em abril, Lô havia participado, em 2005, de um show de Milton em Paris. “Como é um cara que tem mais público do que eu, o normal seria ele me convidar. E o Milton, gentilmente, aceitou ser meu convidado. Achei humildade dele participar do meu show”. Milton, por seu lado, devolve a gentileza: “Sempre fui aberto para coisas novas – não só no Brasil, mas também no exterior. Fazer esse show me dá uma felicidade dobrada, pois o Lô é um dos caras de quem mais gosto.” Quanto a reproduzir o álbum inteiro de 1972 no palco, sonho de muita gente, Milton pisa no freio: “Por enquanto, está bom desse jeito. É melhor cantar apenas algumas músicas.”

Mix de canções - Das oito músicas que Lô e Milton vão cantar juntos, cinco são do álbum Clube da esquina (Cais, Nuvem cigana, Nada será como antes e Um girassol da cor do seu cabelo, além da canção que batizou o disco, a primeira parceria entre os dois). O repertório conta ainda com Resposta (Samuel Rosa e Nando Reis), gravada por Lô e Milton no álbum Crooner (1999); Quem sabe isso quer dizer amor (Márcio e Lô Borges), gravada pela dupla em 2003 (Milton, no álbum Pietá; Lô, em Um dia e meio); e Para Lennon e McCartney, essa a primeira composição de Lô (parceria com Márcio Borges e Fernando Brant) que Milton registrou em seu disco de 1970. No dia 19, também será lançado, no Recife, o livro Coração americano – 35 anos do álbum Clube da Esquina, organizado por Andreá Estanislau.

quarta-feira, setembro 9th, 2009

CLIPPING: Jornal do Commercio – 09/09/2009

Milton Nascimento (Foto: Leo Siqueira)


Bituca bem à vontade no Coquetel Molotov

Convite para participar do festival é uma oportunidade para ele se reencontrar com o amigo Lô Borges e reviver os tempos do Clube da Esquina. Milton espera ainda por canja de Naná

José Teles
teles@jc.com.br

Muita gente pode estranhar a presença de Milton Nascimento e Lô Borges num festival rotulado de indie como o No Ar Coquetel Molotov, que acontece de 14 a 19, no Teatro Guararapes, com atrações do pop alternativo nacional e gringas, a exemplo dos franceses Sebastien Tellier e Zombie Zombie, ou as suecas da Those Dancing Days. Estão esquecidos que Bituca (era seu apelido) e sua turma do Clube da Esquina já foram o alternativo da música brasileira no início dos anos 70. Com Lô Borges, Novelli, Robertinho, Márcio Borges e Beto Guedes criaram um som até admirado no mundo inteiro: “Muita gente, muitos estrangeiros vão a Belo Horizonte querendo conhecer o tal Clube da Esquina, que nunca existiu. É só a esquina de duas ruas da cidade”, ri Milton, ao telefone.

Quando se fala do álbum Clube da Esquina, o primeiro, lançado em 1972, vê-se ali a influência dos Beatles. Milton não a nega, mas diz que a inquietação era uma síndrome que existia mundo afora na época. “Os Beatles marcaram a vida do mundo, mudaram muita coisa. Naquele tempo o mundo inteiro estava se modificando, na música, no cinema, na literatura. O que acontecia na Inglaterra, acontecia no Japão. No Brasil acontecia da mesma forma. Agora, pelo fato de ser um país pobre, não se tomou conhecimento lá fora, na época. Hoje a música do Clube da Esquina é admirada em todo lugar”, diz.

Milton Nascimento diz ter aceitado o convite do Coquetel Molotov, por dois motivos: “Primeiro, porque adoro o trabalho de Lô Borges, a música dele. Quando ele começou a compor para o Clube da Esquina estava com apenas 17 anos e fazer show com ele nos remete àquele tempo. Passamos muito tempo sem fazer apresentações juntos. depois porque tenho uma coisa com o Recife. Quando soube que era com Lô e no Recife, não pensei duas vezes. Naquele show que fizemos no Marco Zero, no Carnaval, de repente, no céu aconteceu uma coisa, a lua com as estrelas, não sei explicar bem o que foi, mas foi fantástico.”

Quanto a tocar num festival em que predomina o pop e o rock, para Bituca não é problema algum, pelo contrário. “Comecei com Travessia, tudo bem foi um marco, mas minha música não era só aquela. O lance é o seguinte: nunca tive problema de fazer um tipo de música e ficar naquilo. Participei de um conjunto de baile, e tinha que tocar música de todas as partes do mundo. Tocava rock, mambo, chá-chá-chá, então desde Três Pontas (MG), minha vida é assim”.

Milton conta que no ano passado, quando esteve na França para o lançamento do disco que gravou com os irmãos Belmondo (o saxofonista Lionel e trompetista Stéphane), acompanhado pelas Orchestre National d”Ile-de-France, numa entrevista perguntaram se ele sentia dificuldade em cantar com uma orquestra: “Respondi que já havia cantado com umas vinte orquestras e não via dificuldade alguma em fazer isto. Perguntei se ele sabia que eu havia gravado com Duran Duran. Ele se surpreendeu, mais ainda quando perguntei se sabia que eu havia gravado até heavy metal. E contei de uma gravação que fiz num disco do Angra. O cara então não perguntou mais nada”.

O que liga Milton ainda mais ao Recife é a amizade com Naná Vasconcelos, iniciada quando o percussionista foi morar no Rio, no final de 1968: “Com Naná o lance começou quando fui assistir a um ensaio de um grupo de pernambucanos. Fiquei meio afastado para não atrapalhar. Então Naná, que eu não conhecia, veio até onde eu estava e disse: ‘Vim para o Rio tocar com você’. Foi assim mesmo. No outro dia, ele já estava morando na minha casa”. Isto sinaliza para um possível reencontro no palco, se o percussionista estiver no Recife. “Seria muito bom que isto acontecesse. Sou louco por Naná. Se ele quiser dar uma canja, para mim será uma dádiva divina”.

terça-feira, setembro 8th, 2009

Documentários premiados e inéditos na Play The Movie

Jards Macalé: Um morcego na porta principal

Filmes para ouvir. Música para ver. É assim que podemos descrever a Mostra Play The Movie, que acontece há três anos no Recife, integrada ao festival No Ar Coquetel Molotov. Composta por documentários e filmes de ficção de temática musical, a Mostra traz neste ano alguns títulos premiados internacionalmente e ainda inéditos no Recife.

Com um programação gratuita, o evento acontece entre os dias 14 e 17 de setembro no Teatro Apolo, no Recife Antigo, em duas sessões. Na primeira delas, que tem início às 16h, a Play The Movie conta com uma colaboração do site Som Barato (www.sombarato.org) que vem trazendo em uma sessão especial registros musicais diferenciados.

Abrindo a mostra, há a exibição de “Novos Baianos FC“, um documentário sobre o grupo de Moraes Moreira, Pepeu Gomes e Baby Consuelo, numa produção de 1973 que mostra alguns momentos do grupo no famoso “Sítio do Vovô” em Jacarepaguá. Junto a este raro filme, também será exibido “Ave Sangria – Sons de Gaitas, Violões e Pés“, uma produção local sobre o grupo Ave Sangria e a cena “Udigrudi” do Recife nos anos 70. Como destaque no primeiro dia, a Play The Movie tem em sua sessão “Premiére – Documentários Nacionais” o filme vencedor do do festival In-Edit Brasil 2009, “Jards Macalé: Um morcego na porta principal“. O documentário joga uma luz sobre a trajetória nada linear de Jards Macalé, artista contestador e personagem controverso na cultura e na música brasileira.

O dia seguinte abre com o cultuado “Rockers“, um semi-musical jamaicano que mostra ícones do reggae como Gregory Isaacs, Robbie e Burning Spear em um retrato socio-cultural da Jamaica dos anos 70. Às 18h30, o Teatro Apolo recebe a cine-biografia do fundador do Mutantes, Arnaldo Baptista em “Loki“. O longa-metragem, primeira produção do Canal Brasil, vem colecionando prêmios pelo mundo, ganhando o título de “Melhor documentário – Júri Popular” no Festival do Rio 2008, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e mais recentemente no Cine Fest Petrobras Brasil-NY.

O terceiro dia da Mostra Play The Movie começa em tom psicodélico-sci-fi com a ficção “Christmas On Mars“, da banda norte-americana Flaming Lips. Integrantes do grupo e sua equipe estrelam e produzem o filme que se passa na época de Natal, em Marte, com direito a alucinações de astronautas e um Papai Noel alienígena. A origem do heavy metal em Belo Horizonte é contada pelo documentário “Ruído das Minas“, de Filipe Sartoreto, que é exibido também na quarta (16/09) encerrando a noite. O filme apresenta o depoimento de bandas como Overdose, Sarcófago e Sepultura, que viveram intensamente os primórdios do heavy metal nacional na capital mineira.

A ficção futurista “Electroma” e o hardcore do Ratos de Porão vão dividir as atenções do público da Mostra Play The Movie em seu último dia. “Electroma” é uma odisséia visual sem diálogos, pontuada por música pop e clássica, dirigida pela dupla Daft Punk que acompanha dois robôs em sua busca para se tornarem humanos. Encerrando a Mostra Play The Movie no dia 17/09, o público do Recife assiste pela primeira vez na tela um filme sem censura sobre a banda brasileira Ratos de Porão, uma das mais antigas e importantes do cenário hardcore mundial. Em três décadas de drogas, loucuras e muito barulho, “Guidable: A verdadeira história do Ratos de Porão” é contada pelas pessoas que fizeram e pelas que ainda fazem parte desta referência do hardcore nacional.

MOSTRA PLAY THE MOVIE
Local: Teatro Apolo – Rua do Apolo, 121 – Recife Antigo
Datas: De 14 a 17 de setembro – Sessões às 16h e 18h30
Entrada gratuita
Programação completa: http://www.coquetelmolotov.com.br/blog/plataforma/mostra#header

segunda-feira, setembro 7th, 2009

Thiago Pethit e Tiê apresentam canções em parceria

Thiago Pethit & Tiê

Dois novos talentos da música nacional desembarcam no Recife para show juntos. Thiago Pethit e a cantora Tiê fazem uma apresentação especial ao vivo no festival No Ar Coquetel Molotov interpretando músicas em parceria e canções de seus discos solo. O show dos dois paulistas acontece no Teatro Guararapes, no Centro de Convenções de Pernambuco, no dia 18 de setembro.

Tiê e Thiago Pethit vão levar suas composições intimistas e delicadas ao palco do Teatro Guararapes, onde mostram uma sonoridade que possui ecos de folk, tango, canção francesa e Leonard Cohen. Os dois, juntamente com a cantora Tulipa Ruiz e os músicos Tatá Aeroplano e Dudu Tsuda integram o show Novos Paulistas, bastante elogiado pelo público e pela crítica de São Paulo.

Thiago Pethit tem formação no teatro e se aproximou da música quando ainda estudava literatura. Das poesias às canções, morou em Buenos Aires, onde estudou canto e composição. Influenciado por teatro, literatura e cinema, lançou no final de 2008 o seu primeiro EP, “Em Outro Lugar“. Em seis faixas, Pethit mostra uma música carregada de referências que vão de Carlos Gardel a Lupicínio Rodrigues, Truffaut e Almodovar.

Em seu primeiro disco “Sweet Jardim”, lançado em março de 2009, Tiê canta e toca piano e violão em dez faixas de autoria própria, gravadas ao vivo sem cortes. Tiê começou sua carreira artística logo cedo, estudou canto em Nova York e foi dona de um Café Brechó em São Paulo, onde conheceu Toquinho, com quem ela gravou sua primeira música e viajou em turnê. Desde 2007, ela partiu para vôos maiores e fez diversos shows que a tornaram mais conhecida pelo circuito musical paulistano e nas listas de cantoras mais promissoras da atualidade.

sexta-feira, setembro 4th, 2009

Ex-Exus e Radistae em entrevistas no Podcast

Ex-Exus

Prosseguindo com os especiais sobre o festival No Ar 2009, nesta semana as bandas Ex-Exus e Radistae, atrações do festival, falam sobre suas expectativas em torno dos shows no Podcast Coquetel Molotov. Em entrevista bem descontraída, os integrantes dos dois grupos comentam sobre as apresentações que já fizeram e o que o público que for ao Auditório Tabocas pode esperar.
Além das atrações do evento, novidades com Julian Plenti, The XX e Noah and the Whale. O Podcast Coquetel Molotov está disponível para download ou streaming no endereço: http://coquetelmolotov.podomatic.com e ainda é transmitido aos sábados pela Rádio Universitária FM – 99,9 MHz, das 11h ao meio-dia.

sexta-feira, setembro 4th, 2009

Prévia do No Ar em João Pessoa e Maceió neste final de semana

POCILGA_DELUXE

Em parceria com a revista eletrônica “O Grito” (www.revistaogrito.com) que acaba de completar dois anos de vida, o Coquetel Molotov promove festas de aquecimento do festival em duas capitais nordestinas neste final de semana. João Pessoa e Maceió recebem shows e discotecagens bacanas na presença de Jarmeson de Lima (Coquetel Molotov) e Paulo Floro (Revista O Grito).

Em João Pessoa, nesta sexta (04/09), a banda pernambucana Pocilga DeLuxe divide o palco com um dos destaques da nova geração da cena independente paraibana, o Nublado. A festa acontece a partir das 22h no Espaço Mundo e os ingressos custam R$ 5,00.

Em Maceió, a festa acontece no dia seguinte (sábado – 05/09) com a participação de bandas alagoanas. Jorg and the Cowboy Killers, Neon Night Riders e My Midi Valentine animam o Antigo Beagá Café (Próximo a Praça de Skate), a partir das 18h, com uma discotecagem dos produtores e DJs pernambucanos.

Coletânea - Além das festas, a parceria do Coquetel Molotov com a Revista O Grito rendeu também uma coletânea virtual, que traz arte de Zeca Viana (da banda Volver) e músicas de artistas novos e de destaque pelo país. Bandas como Holger (SP), A Banda de Joseph Tourton (PE), Retrofoguetes (BA), Binário (RJ) e Nancy (DF) estão presentes na compilação que está disponível para download gratuito ao lado de mais 16 artistas bem bacanas.

PRÉVIA – FESTIVAL NO AR COQUETEL MOLOTOV
LANÇAMENTO DA COLETÂNEA O GRITO – ANO 2

JOÃO PESSOA
Data:
Sexta, 04/09 às 22h
Bandas: Pocilga DeLuxe (PE) e Nublado (PB)
Discotecagem: Paulo Floro (O Grito) e Jarmeson de Lima (Coquetel Molotov)
Local: Espaço Mundo. Praça Anthenor Navarro, s/n – Varadouro
Ingressos: R$ 5,00

MACEIÓ
Data:
Sábado – 05/09 – 19h
Bandas: Jorg and the Cowboy Killers (AL), Neon Night Riders (AL) e My Midi Valentine (AL)
Discotecagem: Paulo Floro (O Grito) e Jarmeson de Lima (Coquetel Molotov)
Local: Antigo Beagá Café – Rua Valdo Omeno, 332 (Próximo a Praça do Skate)
Ingressos: R$ 5,00

sexta-feira, agosto 28th, 2009

Podcast apresenta atrações do festival

Sweet Fanny Adams_(Foto_Ju_Orange)

Antecipando aquilo que o público vai ver e ouvir nos shows do No Ar 2009, o Podcast Coquetel Molotov desta semana traz um especial com músicas das atrações que chegam ao Recife em setembro. Além de músicas de bandas como Sweet Fanny Adams, Zombie Zombie, Those Dancing Days e Beirut, o podcast ainda traz informações gerais sobre o evento e sua programação. O Podcast Coquetel Molotov está disponível para download ou streaming no endereço: http://coquetelmolotov.podomatic.com e ainda é transmitido aos sábados pela Rádio Universitária FM – 99,9 MHz, das 11h ao meio-dia.